BOICOTEM…SE PUDEREM OU QUISEREM…

ESTAS EMPRESAS FINANCIARAM ESTE SENHOR…PAPAI NOEL EXISTE…:

NÃO DEIXE A MÍDIA ENGOLIR SEU CÉREBRO

Assassinos bonzinhos, vítimas mentirosas: Como as manchetes falam de crimes

Há uma tendência na mídia que é muito, muito perigosa. A necessidade de justificar, humanizar e desculpar suspeitos de assassinato e de estupro de mulheres, enquanto que, simultaneamente, logo ali no mesmo local (a manchete) já se vai duvidando da palavra das pessoas que são as vítimas – ou, como eles preferem, as “acusadoras”. Engraçado que essa palavra acusar só é usada em casos de estupro. Não me lembro de ter visto um “fulano acusa ciclano de assassinato”.

Há um princípio de inocência que a mídia deve seguir, ou seja, se não se tem certeza que uma pessoa realmente estuprou, deve-se referir a ela como suspeita ou acusada mesmo.

Mas não é isso que essas manchetes estão falando:

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Como vocês podem ver, todos esses casos COMPLETAMENTE inesperados, isolados e raríssimos (ou seja, só o que eu achei no google em tipo 5 minutos) contam como protagonistas os assassinos e estupradores inconsoláveis e bonzinhos, com os motivos super justos (ela traiu, ela largou ele, etc etc) logo ali, na manchete, em letras garrafais.

Será que o mesmo carinho e humanização são dados a todas as pessoas que aparecem na mídia? Porque poxa, se um assassino é tratado com esse carinho, né? Deve ser só amor.

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Anh… acho que não, né? Essas mulheres, embriagadas, com comportamentos de risco como conhecer homens pela internet, e causando tumulto, ou simplesmente mentirosas (afinal, todo mundo sabe que estupro é palavra normalíssima do dia a dia de crianças de 6 anos, assim como ‘Barbie’ e ‘brincar de casinha’) são todas acusações sérias de homens honrados que requerem mais investigações antes de serem confirmadas.

É muito pedir que vítimas de estupro sejam tratadas nas manchetes com a mesma cortesia com que tratam suspeitos de assassinato?

Edit: Devido a “dúvidas” com certeza mooooito bem intencionadas, de pessoas que não entenderam o sentido do post, devo colocar aqui que não estou pregando a condenação de suspeitos de estupro sem investigação. Esse é um post sobre análise do discurso. Ênfase na frase em negrito acima. Não é NECESSÁRIO justificar e humanizar assassinos assim como não é NECESSÁRIO desmerecer pessoas que acusam do crime. A presunção da inocência é uma regra jornalística, e não exige que se diga “a vítima visivelmente embriagada” nem “homem inconformado mata mulher”. Estas são escolhas conscientes dos jornalistas.

Vamos celebrar
A estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso estado que não é nação
Legião urbana, Perfeição.

“GOVERGONHA” DO PSDB.ELES PENSAM ASSIM…

  • filho:Pai, eu preciso fazer um trabalho para a escola! Posso te fazer uma pergunta?
  • pai:Claro, meu filho, qual é a pergunta?
  • filho:O que é política, pai?
  • pai:Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder econômico; Classe trabalhadora; Futuro do país.
  • filho:Não entendi, dá para explicar?
  • pai:Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa, então eu sou o poder econômico. Sua mãe administra e gasta o dinheiro, então ela é o governo. Como nós cuidamos das suas necessidades, você é o povo. Seu irmãozinho é o futuro do país. A Zefinha, babá dele, é a classe trabalhadora. Entendeu, filho?
  • filho:Mais ou menos, pai vou pensar.
  • Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho o menino foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que sua mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da babá e viu através da fechadura o pai transando com ela… Como os dois nem percebiam as batidas que o menino dava na porta, ele voltou para o quarto e dormiu. Na manhã seguinte, na hora do café, ele falou para o pai:
  • filho:Pai, agora acho que entendi o que é política…
  • pai:Ótimo filho! Então me explica com suas palavras.
  • filho:Bom pai, acho que é assim: Enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente. O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!

Esta velha angústia,

“Esta velha angústia,
Esta angústia que trago há séculos em mim,
Transbordou da vasilha,
Em lágrimas, em grandes imaginações,
Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror,
Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum.

Transbordou.
Mal sei como conduzir-me na vida
Com mal-estar a fazer-me pregas na alma!
Se ao menos endoidecesse deveras!
Mas não: é este estar entre,
Este quase,
Este poder ser que…,
Isto

Um internado num manicômio é, ao menos, alguém,
Eu sou um internado num manicômio sem manicômio.

Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)

Cães são FELIZES porque não sabem que vão MORRER…ou não se IMPORTAM…

O diário de um Cão – Vale apena ler.1ª Semana:

Hoje faz uma semana que nasci! Que alegria ter chegado a este mundo!

1º Mês:

A minha mãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!

2º Mês:

Hoje separaram-me da minha mãe. Ela estava muito inquieta e com os seus olhos disse-me adeus como que esperando que a minha nova “família humana” cuidasse bem de mim, como ela havia feito.

4º Mês:

Cresci muito rápido. Tudo chama à minha atenção. Existem crianças na casa, são como “irmãozinhos”.

5º Mês:

Hoje castigaram-me. A minha dona zangou-se porque fiz xixi dentro de casa… Mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como durmo na marquise, não aguentei!

6º Mês:

Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido… Creio que a minha família humana me ama muito… Quando estão a comer convidam-me também. O pátio é só para mim e eu estou sempre a fazer buracos na terra, como os meus antepassados lobos, quando escondiam comida. Nunca me educam! Seguramente porque nada faço de errado!

12º Mês:

Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e os meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!!

13º Mês:

Como me senti mal hoje… O meu “irmãozinho” tirou-me a minha bola. Como nunca toco nos seus brinquedos, fui atrás dele e mordi-o, mas como os meus dentes estão muito fortes, magoei-o sem querer. Depois do susto, prenderam-me e quase não me posso mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que me vão deixar em observação (certamente não me vacinaram)… Não entendo o que está a acontecer.

15º Mês:

Tudo mudou… vivo preso no pátio… na corrente… Sinto-me muito só…. a minha família já não me quer… às vezes esquecem-se que tenho fome e sede e quando chove não tenho tecto para me tapar.

16º Mês:

Hoje tiraram-me a corrente. Pensei que me tinham perdoado…Fiquei tão contente que dava saltos de alegria e o meu rabo não parava de abanar. Parece que vou passear com eles. Entrámos no carro e andámos um grande bocado. Quando pararam, abriram a porta e eu desci a correr, feliz, crendo que era um dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram embora… “Esperem!!!” – Lati. Esqueceram-se de mim! Corri atrás do carro com todas as minhas forças… a angustia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham-me abandonado…

17º Mês:

Procurei em vão encontrar o caminho de volta a casa. Sento-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração olham-me com tristeza e dão-me de comer… Eu agradeço com um olhar do fundo da minha alma. Porque não me adotam? Eu seria leal como ninguém. Porém apenas dizem “Pobre cãozinho, deve estar perdido.”.

18º Mês:

No outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como os meus “irmãozinhos”. Cheguei perto deles e um grupo, aos risos, atirou-me uma chuva de pedras – para ver quem tinha melhor pontaria. Uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos, e desde então não vejo.

19º Mês:

Parece mentira, mas quando eu estava mais bonito as pessoas compadeciam-se mais de mim… Agora que estou mais fraco, com aspecto mudado… perdi o meu olho, as pessoas tratam-me aos pontapés quando pretendo deitar-me à sombra.

20º Mês:

Quase não me posso mexer. Hoje ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles atropelou-me. Pelo que sei  estava num lugar seguro chamado sarjeta, mas nunca me vou esquecer do olhar de satisfação do motorista ao faze-lo. Oxalá me tivesse morto… Porém só me partiu as pernas. A dor é terrível, as minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade arrastei-me até uma moita de ervas completamente fora da estrada. Não me posso mover, a dor é insuportável, nunca me abandona. Sinto-me muito mal, estou num lugar húmido e parece que o meu pêlo está a cair. Algumas pessoas passam e não me vêem;  outras dizem “Não te aproximes”. Já estou quase inconsciente. Porém uma força estranha fez-me abrir os olhos. A doçura da sua voz fez-me reagir. “Pobre cãozinho, como te deixaram”, dizia. Junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse “Minha senhora, infelizmente este cão não têm remédio que o salve, o melhor é que deixe de sofrer”.

A gentil senhora consentiu com os olhos cheios de lágrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela, agradecendo por me ajudar a descansar… Senti somente a picada da injecção e dormi para sempre, pensando em porque nasci se ninguém me queria…

(Não fui eu quem fiz o texto, procurei mas não encontrei o autor, porém acho lindo desdo primeiro dia que li não consigo evitar lágrimas sempre que leio.) 

MAIS UM ZUMBI:Davy Lincoln Rocha

  “Eu, cidadão brasileiro, criado por oficial da Marinha de Guerra do Brasil (ex-combatente da 2ª Guerra, condecorado com medalha de Guerra), estou profundamente decepcionado com os senhores. Em 1964, quando o Brasil se encontrava na beira do abismo, prestes a cair nas mãos do comunismo, da baderna generalizada, os senhores se apresentaram e nos devolveram um país democratizado, estável, a salvo de ter se tornado uma Republiqueta de Bananas”.

Procurador da República que defendeu “intervenção militar”

PARABENS , SR.JORNALISTA Luis Costa Pinto

Eis o que disse Merval:

  • Merval Pereira Luis Costa pinto é aquele ex-jornalista que esteve envolvido no mensalão junto com o Joào Paulo Cunha? Ah, sei do que se trata…
    14 h ·
E a resposta de Costa Pinto:
  • Luís Costa Pinto Não, Merval Pereira, você é um bandoleiro das jornalagens – indevidamente envolvido em meio às acusações do mensalão, vi o Supremo Tribunal Federal, em meio a um julgamento público e republicano, considerar improcedente a acusação a João Paulo Cunha no que tangia aos serviços que minha empresa prestou à agência que atendia à Câmara dos Deputados no período em que ele a presidiu. João Paulo Cunha foi, em minha opinião, condenado naquilo que não conseguiu explicar ou responder, e absolvido em relação à acusação acerca da qual não havia prova que sustentasse o lado da promotoria. Apego às instituições é assim: a gente respeita o veredito da Justiça, sobretudo quando é proferido pela Corte Suprema. Se resta algo de jornalista em sua alma militante você ainda deve ter um pouco de apego aos fatos e pode checar isso. Mas, se prefere envergar apenas o manto de verdugo (de argumentos ralos, de dedo mole, mas verdugo), então esqueça os fatos. Que bom que você veio para esse debate, Merval. É bem vindo, porque aqui haverá sempre contestação a seus argumentos falaciosos, às vezes falsos. Aqui haverá sempre o contraditório a ser feito às suas indignações seletivas – e não sei se a seleção que você faz é devido a desconhecimento, a preguiça de apurar, à mente torta ou è decorrência de seu desapego ao papel histórico. Merval, fique nessa arena, porque será enriquecedora para você – mais do que discursos monocórdios proferidos para plateias predispostas a aplaudi-lo. Ok?

A polêmica acabou retratada, também, no Diário do Centro do Mundo:

O jornalista Luís Costa Pinto escreveu, no Facebook, um texto em que classifica de ‘pornográfico’ o artigo de Merval Pereira no Globo desta terça.

A pornografia, segundo Pinto, está no ‘golpismo’ de Merval.

Travou-se um debate animado, em que alguns apoiaram Merval e muitos concordaram com as críticas.

Mas o melhor momento da discussão foi quando o próprio Merval, para defender sua reputação, entrou na conversa. Ele acusou Luís Costa Pinto de envolvimento no Mensalão.

Faz parte da cultura da Globo acompanhar tudo que se escreve sobre ela — e responder às críticas. Semanas atrás, Ali Kamel bateu boca com um colunista de mídia da Folha que acusara a Globo de amarelar na cobertura das acusações da Veja no caso Petrobras às vésperas das eleições.

O que ninguém imaginava é que, pelo menos no caso de Merval, a vigilância se estendesse até uma mera nota no Facebook.

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