Veja a programação de hoje (8), feriado em Salvador, do Festival A Cena tá Preta
Combate Racismo Ambiental by CombateRacismoAmbiental  /  1h  //  keep unread  //  hide  //  preview

CEAO – Centro de Estudos Afro-Orientais

Segunda-feira, 8 de dezembro

19h- Cabaré dos Novos

Cine Vila- exibição dos curtas-metragens:

AcordaLiberdade: narrado pelo ator Jorge Washington, o filme costura as memórias fotográficas e depoimentos de personalidades importantes do bairro da Liberdade como Professora Nilza, Vovô do Ilê Aiyê, Gerônimo, Gilson Nascimento, Dona Ninha, Hélio Brandão, além de outros moradores que são referências na comunidade e revelam fatos históricos da região.

A herança de Nitorê: a produção é resultado da II Oficina de Performance Negra, promovida pelo Bando de Teatro Olodum, e  conta a história de uma jovem e sua relação com o legado candomblé presente na sua tradição familiar. A direção é de Vinicius Carmezim e Taimara Liz. A direção geral é assinada por Maise Xavier.

Que cabelo é esse?: a discussão sobre estética e identidade negras é o foco do documentário realizado durante a II Oficina de Performance Negra, promovida pelo Bando de Teatro Olodum. O questionamento sobre o cabelo serve como base para abordagem dos aspectos da identidade negra. A direção é de  Sulivã Bispo. A direção geral é assinada por Maise Xavier.

20h- Palco Principal

Sortilégio II- Mistério negro de Zumbi redivivo: do texto homônimo de Abdias Nascimento, ícone maior do teatro negro brasileiro, está em cartaz com ineditismo e exclusividade nacional nos palcos baianos. Este clássico foi censurado em sua época e, nunca montado até então, traz questões como deslocamentos identitários, integracionismos culturais, imaginários e comportamentos sociais que nos levam a pensar a construção de um corpo brasileiro erguido através das inquietudes de um personagem atormentado pela culpa.

Visit Website
1h
Edufba lança Discutindo etnicidades; livro reúne resultados de pesquisas do Pós-Afro Edufba realiza o último Lançamento Coletivo do ano CEAO – Centro de Estudos Afro-Orientais   O Reitor da Universidade Federal da Bahia, João Carlos Salles Pires da Silva, convida para o Lançamento Coletivo do mês de dezembro. O evento acontece no dia 10, quarta-feira, das 16h30 às 19h30, no Palácio da Reitoria – Hall principal (térreo), no Canela. Na ocasião, treze obras de diferentes áreas do co
1h 3
Moção de apoio do Encontro “Iglesias y Minería” à luta da Serra do Gandarela MOÇÃO DE APOIO   Nós, reunidos no Centro Cultural de Brasília, na Capital Federal, entre 02 e 05 de dezembro de 2014, no Encontro “Iglesias y Minería: Una opción en defensa de las comunidades y territorios”, cerca de cem pessoas de treze países da América Latina e de outros continentes, membros de congregações religiosas, de igrejas evangélicas e católica, de organizações de direitos humanos e org
1h
Comitês Populares Lançam Dossiê Sobre Megaeventos e Violações dos Direitos Humanos Ian Waldron – Rio On Watch No dia 07 de novembro o auditório da Associação Brasileira de Imprensa foi palco da Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa e das Olimpíadas (ANCOP) para o lançamento do dossiê nacional intitulado “Megaeventos a Violações dos Direitos Humanos no Brasil”. O primeiro dossiê nacional foi publicado em 2011 enquanto o Comitê Popular do Rio publicou dossiês sobre m
1h 3
T. I. Maró: “A invisibilidade daqueles que existem há mais de 500 anos” Decisão de juiz da Justiça Federal do Pará declarou inexistente a Terra Indígena Maró. Entre as explicações para a sentença, está a de que os moradores da área seriam, na verdade, ribeirinhos. Habitantes das três aldeias da TI são a prova do equívoco da decisão. Terra de Direitos A história dos povos indígenas do Brasil está cercada de momentos de conflitos, onde a cultura e tradição dos nativos d
1h 1
As confissões do DOI-CODI – no livro “A Casa da Vovó” © Foto: Arquivo Estadão – Agentes do órgão criado pelos militares em 1969 para combater a esquerda contam como eles agiram até 1991 “O cotidiano de violência e morte foi disciplinado. Produziram-se regras sobre quem devia apanhar, quem devia bater, quem devia viver, quem devia morrer” Por Marcelo Godoy, do Estadão, em Rondônia Dinâmica Houve um momento em 1971, durante o regime militar, em que a r
End of feed

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s