Dilma 52%; Aécio,48%, diz Datafolha. Agora é para liquidar a fatura

Dilma 52%; Aécio,48%, diz Datafolha. Agora é para liquidar a fatura

20 de outubro de 2014 | 20:21 Autor: Fernando Brito

datapassa

Escrevi logo abaixo.

Aécio murchou.

Já tinha murchado, não foi só nos últimos dias.

Mas as pesquisas são, claro, mais lentas em admitir isso.

Davam-lhe um ponto de vantagem, agora são quatro de desvantagem.

Um ponto vem do Rio.

Um balde d’água de presente para quem adivinhar de onde vêm mais um ou dois.

Ainda que, para inglês ver, tudo  ainda está  dentro da “margem de erro”.

Conversa.

Avaliação ótimo bom do governo, nas três ultimas semana/pesquisas: 39,40, 42

Rejeição: Dilma – 43, 40, 39%; Aécio – 34, 38, 41%.

Era o que em futebol se chama de “passe telegrafado”, dito aqui desde a semana passada.

A essa altura, só uma armação tira a vitória de Dilma. Ou uma acomodação de sua campanha.

Preparem-se.

Vai valer de tudo.

LEIAM COM ATENÇÃO.”As urnas eletrônicas e o sistema de votação no Brasil são seguros?”

As urnas eletrônicas e o sistema de votação no Brasil são seguros?

Advogada Eleitoral Maria Aparecida Cortiz faz exposição mostrando a vulnerabilidade dos códigos de fontes.
A advogada informa que entrou com petição junto ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, alertando-o sobre o assunto. E continuou: “A situação é grave e parece que eles não estão muito preocupados. Quem mexer neste dispositivo da urna, faz a votação, faz a mídia de resultado e substitui tudo. Descobrimos que o código fonte para isso exige uma senha. Mas é uma senha sequencial fixa de seis números que pode ser quebrada em segundos por computadores domésticos. Por isso, digo que é possível clonar uma urna dentro da própria casa.”
(Após a explanação da Dra. Cortiz, a partir de 30’23”, conheça o sistema eleitoral mais avançado do mundo).
Argentina: exemplo de urna de terceira geração

A urna eletrônica apresentada na Argentina é exibida por Amílcar, no vídeo de sua palestra, como um dos exemplos mais modernos desse tipo de equipamento. Para começar, o dispositivo não possui disco rígido, memória flash ou qualquer outro tipo de armazenamento interno das informações sobre o voto.

Todo o processo é realizado por meio de uma cédula que possui um chip RFID. Para votar, o eleitor precisa inserir a cédula na urna e, assim, o equipamento registra a escolha do cidadão tanto no chip quanto via impressão, na mesma cédula. Se o candidato quiser conferir o voto registrado eletronicamente, basta aproximar a cédula em outra urna e conferir se tudo foi gravado corretamente. Em caso de discrepância, rasga-se a cédula e repete-se a operação.

Com display touchscreen, a urna argentina funciona por meio de um CD-ROM com sistema operacional Linux, sem gravar qualquer dado em memória não volátil. Assim, em caso de problema, basta substituir o equipamento por outro, sem qualquer burocracia.

A apuração também é simples, já que os ficais simplesmente precisam conferir as cédulas e o voto eletrônico com a ajuda das urnas, contabilizando todos rapidamente. No final, o boletim das urnas é armazenado também em uma cédula, com chip, e os ficais ganham uma cópia desse documento.

Pelo visto, em questão de urna eletrônica, nossos hermanos levam a melhor.

Lobby e terrorismo das elétricas estão a mil. É para receber mais dinheiro?

Lobby e terrorismo das elétricas estão a mil. É para receber mais dinheiro?

Embora se saiba o que há por trás disso tudo, o lobby de companhias elétricas está cada vez mais ativo. Estão querendo receber mais recursos do governo, além dos R$ 12 bi que as elétricas receberam recentemente, ou querem espalhar terrorismo puro e simples para assustar a população e tentar ajudar a eleger o candidato neoliberal senador Aécio Neves (PSDB-MG) presidente da República.

O fato é que desde a semana passada, os jornais intensificaram esse tipo de “cobertura” e voltaram a dar páginas e páginas sobre os reservatórios das hidrelétricas. segundo eles praticamente “secos” e a contestar  os relatórios do Ministério de Minas e Energia e de outras instâncias do governo que apontam baixíssima possibilidade de falta de energia elétrica neste final de ano e no ano que vem, particularmente nas regiões Sudeste e Sul do país.

O jornal O Estado de S.Paul0, por exemplo, em alguns dias da semana passada chegava a dar duas páginas por dia sobre o assunto. O tom nunca é o tranquilizador do governo, mas o tom terrorista das elétricas.

Já a crise d’água tucana no Estado…Só agora, depois da reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin e quase às vésperas do dia do 2º turno da eleição presidencial os jornalões passaram a destacar a crise da falta d’água e ainda sem mencionar racionamento, rodízio ou a responsabilidade do Estado por essa situação.

O que deve soar como música aos ouvidos de Alckmin e do candidato tucano que os jornais querem ajudar, Aécio Neves. O assunto é gravíssimo desde o 1º semestre (todo), mas os jornalões sequer o mencionavam

Polícia de SP identifica suspeito de atropelar e matar torcedor

Polícia de SP identifica suspeito de atropelar e matar torcedor

A Polícia Civil de São Paulo identificou o motorista suspeito de atropelar e matar o palmeirense Leonardo da Mata Santos, de 25 anos, nesse domingo (19), após briga entre torcedores na Rodovia Anchieta. A polícia informou que trabalha com a hipótese de o suspeito ter atropelado Santos ao tentar fugir da confusão.

De acordo com a Polícia Civil, cerca de 100 torcedores palmeirenses tentaram parar dois ônibus que levavam torcedores do Santos, na altura do km 18 da Via Anchieta. O tumulto resultou na morte de Leonardo da Mata Santos. Ao menos seis pessoas ficaram feridas.

Veja também no Portal EBC:

Briga de torcidas deixa um morto e três feridos em São Paulo

Palmeirenses que participaram de emboscada são transferidos para o CDP

Segundo a Polícia Militar, seis pessoas estão presas. Dois torcedores que estão internados devem ser detidos assim que receberem alta médica. Os presos devem responder por associação criminosa e promoção de tumulto.

À polícia, os motoristas informaram que não chegaram a frear totalmente os ônibus e que os veículos foram atingidos por paus e pedras. No local da briga, foram apreendidos rojões, facas e pedaços de paus.

Editora: Juliana Andrade

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Dilma devolve falta d’água aos tucanos

Dilma devolve falta d’água aos tucanos

Por que os tucanos não fizeram o Eixão das Águas?

Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada

Em São Paulo, a Presidenta Dilma Rousseff respondeu ao candidato adversário Aécio Neves (PSDB), que afirmou ter faltado “uma parceria maior do governo federal” na questão do problema de falta de água no estado governado por Geraldo Alckmin. Sobre o assunto, a Presidenta esclareceu que, primeiramente, entrou em contato com o governador em fevereiro deste ano e aconselhou que eram necessárias obras emergenciais, mas ele não adotou.

“Eu disse ao (Geraldo) Alckmin que os estudos do próprio governo mostravam que eles enfrentariam uma situação difícil. A água é atribuição dos governos estaduais e em alguns estados e atribuição de municípios. No caso de São Paulo, a gestão da água é feita pela Sabesp, pelo governo do estado”, disse em entrevista coletiva nesta segunda-feira (20), para completar: “A questão da água é importante para entender como os tucanos governam”.

E continuou: “Em março, eu disse ao governador que ele deveria fazer obras emergenciais. O que a nós foi pedido, nós fizemos, dentro das atribuições do governo federal. O governo do estado apresenta um projeto e nós somos parceiros do projeto. Nós não fazemos o projeto”.
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