Racionamento d’água, só agora?

4h
RBS torce e, com isso, distorce A capa do site da RBS hoje traz esta distribuição na imagem printada aí ao lado. A desculpa da informação da pesquisa IBOPE revela o método operacional da RBS, e desnuda de vez a apelação pela eleição de seus funcionários. Por que cargas d’água as imagens de Ana Amélia Lemos e Lasier Martins deve aparecer em primeiro? Se fosse apenas um, vá lá,coincidência, mas os dois? Se justificaria se ambos e
Racionamento d’água, só agora?

agua spO que a Folha não informa é que o racionamento d’água que abate sobre São Paulo é resultado de mais de 20 anos de PSDB no comando daquele Estado. Se, como dizem as pesquisas, Geraldo Alckmin deve ser eleito ainda no primeiro turno, boa parte se deve à forma como Instituto Millenium informa a população daquele Estado. A simbiose ou parasitismo entres Veja, Estadão e Folha e os Governos do PSDB se revela pela distribuição de assinaturas de revistas e jornais nas escolas públicas daquele Estado.

Todas as vezes que a informação sai, sempre retira a responsabilidade do Governo daquele Estado; usam eufemismos como “crise d’água”. Imagine se algo parecido estivesse acontecendo em algum governo petistas quais seriam as manchetes. É até engraçado, a Veja não deu nenhuma capa, nem entrevistou a água nas páginas amarelas…

Por isso que último bastião que falta ser enfrentado para construirmos uma democracia mais sólida é a democratização dos meios de comunicação. Hoje, o Instituto Millenium coordena o que devem mostrar, como mostrar; o que devem esconder e como esconder. Tomou para si a responsabilidade de fazer o que fez Rubens Ricúpero no famoso Escândalo da Parabólica. Enquanto estes bandidos não forem preso, o PCC manda, o PSDB sobrevive e, com Gilmar Mendes no STF, até Fernandinho Beira-Mar pode entrar para a política.

CRISE DA ÁGUA

2,8 milhões vivem sob racionamento no Estado de SP

Número de afetados é 32% maior do que em agosto; 25 cidades sofrem os efeitos da estiagem prolongada

Em Valinhos, que fica 18 horas sem água duas vezes por semana, rodízio deve durar mais um ano, diz a prefeitura

JOÃO ALBERTO PEDRINICAMILA TURTELLIDE RIBEIRÃO PRETOWILLIAM CARDOSODO “AGORA”

Apesar das chuvas que atingiram algumas regiões do Estado nos últimos dias, o racionamento oficial de água já atinge 2,77 milhões de pessoas em 25 municípios.

O número de habitantes afetados é 32% maior do que em agosto, quando levantamento da Folha mostrou que 2,1 milhões viviam sob rodízio em 18 cidades.

O racionamento oficial ocorre em municípios onde o abastecimento de água e o tratamento de esgoto são feitos pelas prefeituras.

Não há na lista cidades em que o sistema é gerenciado pela Sabesp, embora a empresa venda água para algumas dessas cidades. Em todas elas não há prazo para que a interrupção termine.

Segundo a Defesa Civil, as chuvas registradas de janeiro a setembro no Estado foram 21,3% menores do que a média histórica. Foram 12.972 milímetros ante uma média de 17.174 milímetros.

Em ao menos um caso, Valinhos, a prefeitura admite que o racionamento deve seguir por mais um ano. Duas vezes por semana, a cidade fica 18 horas sem água.

Metade da água é do sistema Cantareira. A prefeitura diz que investirá na ampliação do tratamento. Com o investimento, de cerca de R$ 3 milhões, será possível captar mais do rio Atibaia.

Cravinhos só capta de poços e vive a mesma situação. “Todo ano, em períodos secos, percebemos alta no consumo, mas nunca precisamos racionar. É a primeira vez”, disse Claudio Henrique Alves Cairo, superintendente do setor de água e esgoto.

GUARULHOS

O maior município com racionamento no Estado é Guarulhos. Lá, 13% da água é captada por meio de produção própria e 87% são comprados da Sabesp. A prefeitura diz que estuda ampliar a captação em novos mananciais.

Em Mauá, que também compra água da Sabesp, o racionamento começou na última quarta (1º). Segundo o município, desde julho o fornecimento da Sabesp caiu 22%.

Moradores dizem que já sofrem com o desabastecimento há ao menos três meses.

Oficialmente, a cidade foi dividida em cinco partes e cada uma fica sem água durante um dia da semana, de segunda a sexta-feira.

O aposentado Luiz Carlos Lissoni, 56, já chegou a ficar quatro dias sem água. Ontem (3/10), estava com a torneira seca. Para minimizar os problemas, comprou uma caixa de 1.500 litros por R$ 410 e tinha outra de 1.000 litros. “Tenho uma mulher doente, que precisa de mais de um banho por dia”, afirma.

A Sabesp informou que não houve redução do envio de água para Mauá no primeiro semestre. Sobre Guarulhos, diz que reduziu a vazão para a cidade porque a ANA (Agência Nacional de Águas) exigiu a diminuição da captação do sistema Cantareira.

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