Nos últimos meses, tem havido várias cogitações de um possível fim do PSDB. Ainda que o partido certamente não vá acabar, as eleições de 2014 mostram um rumo estranho para ele.

O ápice desse aparente declínio é o fato de que, pela primeira vez em 20 anos, um candidato do PSDB estará fora do segundo turno presidencial. Além disso, o desempenho dos tucanos nos estados deve ser muito fraco em comparação com as últimas cinco eleições.

Será o começo do fim de da velha politicagem cansada e a renovação da realidade política do Brasil?

Fonte: http://bit.ly/YGgKAp

A síndrome do Código Vermelho

TREINO DO SANTOS FC

No filme ˜Código de Honra˜,  Jack Nicholson interpreta um Coronel da Fuzilaria Naval chamado Nathan Jessep que é levado a depor para falar sobre uma prática comum, porém ilegal, dos fuzileiros: o código vermelho. Em linhas gerais, o Código Vermelho era uma tentativa física de mostrar a alguém que seu comportamento era inaceitável, inadequado ou, […]

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TV proibida de Requião responde às 21h sabatina da Gazeta do Povo

Senador Roberto Requião promete este domingo (14), às 21 horas, na TV 15, utilizar a televisão proibida para responder às perguntas lançadas na sabatina do jornal Gazeta do Povo; candidato do PMDB afirma que, por questões de saúde, não pôde comparecer à sede do jornal curitibano no último dia 10, mas  promete hoje responder a todos os questionamentos que vierem dos jornalistas e da internet; “Apesar de a Gazeta ser adversária política", considerou Requião.Senador Roberto Requião promete este domingo (14), às 21 horas, na TV 15, utilizar a televisão proibida para responder às perguntas lançadas na sabatina do jornal Gazeta do Povo; candidato do PMDB afirma que, por questões de saúde, não pôde comparecer à sede do jornal curitibano no último dia 10, mas promete hoje responder a todos os questionamentos que vierem dos jornalistas e da internet; “Apesar de a Gazeta ser adversária política”, considerou Requião.

O senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao governo do Paraná, pelo Twitter, informou que “sabatinará” ao vivo, às 21 horas deste domingo (14), pela TV 15 (clique aqui), o jornal curitibano Gazeta do Povo.O candidato do PMDB promete responder às perguntas elaboradas no último dia 10 pela Gazeta do Povo, que é do grupo RPC TV (Globo).

O peemedebista era esperado na semana passada na sede do jornal curitibano, mas não compareceu à entrevista. Ao Blog do Esmael, Requião disse que “a Gazeta é adversária política” e alegou questão de saúde para a ausência.

A seguir, leia a íntegra das perguntas que serão respondidas na sabatina da Gazeta do Povo pelo senador Requião:

“Bagunça” é o termo preferido do sr. para se referir à gestão Beto Richa. O atual governador, no entanto, diz que as dificuldades de caixa são em grande parte herança dos seus mandatos, como no caso de uma dívida de R$ 1,1 bilhão por ter deixado de recolher valores de contribuição do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Qual a responsabilidade o sr. tem na situação das contas atuais do governo?

Ainda sobre essa questão da “bagunça”. Em março de 2013, a Gazeta do Povo publicou um levantamento que apontou que o Paraná era a unidade da federação com mais pendências no Cadastro Único de Convênios (Cauc), que funciona como uma espécie de SPC do governo federal. O então chefe da Casa Civil, Reinhold Stephanes, que também participou do secretariado do seu governo, disse que estava trabalhando para resolver uma situação deixada pela sua gestão. A frase dele foi a seguinte: “O governo Requião, durante oito anos, não se preocupou com o Cauc”. Por que a sua gestão não se preocupou com essa questão?

Nos dois últimos anos de sua gestão, 2009 e 2010, o Paraná ficou em penúltimo lugar na comparação entre todas as unidades da federação na relação entre investimento e total de despesas. Em 2009, investiu 5% de tudo que gastou, em 2010, 6,1%. A situação não melhorou significativamente no governo Richa. Por que o Paraná investe tão pouco?

Das quatro votações no Senado de empréstimos internacionais negociados pela gestão Richa, o sr. não esteve presente em duas, votou a favor em uma e contra em outra. Além disso, alertou o Tesouro Nacional e o STF sobre supostas manobras no pagamento de pessoal que deveriam inviabilizar o empréstimo de R$ 817 milhões do Banco do Brasil pelo Proinveste. Afinal, o sr. é contra ou a favor dos empréstimos?

Relatório do Tribunal de Contas do Estado divulgado no final de 2010 registrou que a Paranaprevidência tinha um rombo de R$ 3,2 bilhões, dos quais um terço foi causado pela falta de aportes por parte do governo do estado. Além disso, o governo decidiu não fazer o desconto dos inativos, conforme previsto no plano de capitalização elaborado durante o governo Lerner. O sr. considera que acertou na gestão da Paranaprevidência?

Ainda sobre contas públicas: por que o sr., que se coloca como um defensor da austeridade no gasto público, se dispôs a receber a aposentadoria de ex-governador? Não é um contrassenso, em um estado com problemas para pagar pessoal, que se pague esse benefício para “ex-servidores” que não fizeram contribuições financeiras para recebê-lo? Usar esse recurso da aposentadoria para pagar ações judiciais, como o sr. tem justificado, não é o mesmo que empurrar para o contribuinte paranaense um problema particular?

A Polícia Militar abriu um inquérito em junho para apurar o uso da estrutura do governo do estado para cuidar de 88 cavalos que seriam do sr. Não seria outro caso de dinheiro público sendo usado para fins privados?

Nos seus dois últimos mandatos, o PMDB não elegeu o presidente da Assembleia Legislativa. Além disso, o sr. perdeu os diretórios do partido em Curitiba e no Paraná. Seus aliados o acusam de sempre trabalhar em benefício próprio e não do partido. Se eleito, como pretende reagrupar o PMDB?

O sr. acumulou algumas derrotas em batalhas com viés ideológico nos seus governos: não conseguiu conter a expansão dos transgênicos; não venceu os pedageiros; não expulsou os sócios privados da Sanepar; manteve na Copel expressiva participação de sócios privados. O sr. repetiria a mesma estratégia em uma nova gestão?

Uma de suas afirmações a respeito de seus governos faz referência aos bons resultados no combate à violência e à criminalidade. Relatórios do Datasus (principal referencial para medir os índices de morbidade do país) mostram que quando o sr. assumiu o governo, em 2003, a taxa de homicídios era de 25 por 100 mil habitantes. Oito anos depois, em 2010, o sr. legou ao seu sucessor uma taxa de 34 homicídios por 100 mil habitantes. Por esses números, o aumento foi de 36%. A que o sr. atribui a contradição entre o que o sr. fala na campanha e os dados do Datasus?

Ao longo de 2009, a Gazeta do Povo fez dois grandes levantamentos sobre o uso de telefones do Projeto Povo. Em Curitiba, dos 71 celulares divulgados no site da Secretaria Estadual de Segurança Pública, só oito foram atendidos por policiais da maneira prevista. O policiamento volante continua sendo a base da sua proposta para segurança pública. O que vai mudar?

Outra questão sobre segurança pública era a falta de transparência na divulgação dos dados de criminalidade. O que será feito diferente?

Tanto a gestão do sr. quanto a de Beto Richa tiveram dificuldades em executar o porcentual mínimo de 12% dos gastos com saúde. Por que isso se tornou algo tão difícil de ser cumprido?

Na educação, o governo Richa tem buscado uma polarização com o sr. quanto ao salário dos professores. O sr., por exemplo, moveu uma ação no STF contra o piso nacional da categoria, em 2008. Qual é o posicionamento atual sobre isso?

O sr. achou correta decisão da Copel em não repassar o reajuste total da energia? O sr. tem afirmado que a energia em uma nova gestão não vai subir. Como isso é possível? Defende alguma mudança no sistema elétrico? O fim dos leilões, por exemplo? Como pretende repassar o reajuste que ficou represado neste ano?

O sr. vem afirmando durante a campanha que a substituição tributária tem matado as micro e pequenas empresas. Ao mesmo tempo, o governo tem privilegiado as grandes montadoras. Qual será a sua política tributária?

Em 2003, o sr. devolveu ao governo federal R$ 200 milhões que seriam aplicados na construção do cais oeste do Porto de Paranaguá. Alegou que faria a mesma obra pela metade do preço com recursos do próprio porto. Passadas duas gestões suas no governo e do seu irmão Eduardo na superintendência da Appa, o cais não saiu. Eleito governador agora, o sr. repetiria o mesmo gesto de devolver recursos para a União?

Como o sr. vê as novas concessões do Porto de Paranaguá? Vai aceitar o modelo proposto pelo governo federal ou tem algo a mudar? Como manter o aumento na movimentação que houve nos últimos anos, quando houve um salto de 30%?

Seu companheiro de chapa, o candidato ao Senado Marcelo Almeida (PMDB), deu a seguinte declaração sobre o uso do pedágio no debate eleitoral: “Você não pode ficar usando isso como bandeira política: ‘ou baixa ou acaba’. Você precisa falar mais a verdade”. Essa continua sendo uma bandeira do sr. nesta eleição?

Qual a primeira medida que tomará ao assumir o Palácio Iguaçu?

Qual é a sua visão de longo prazo para o Paraná?

Quais são os três investimentos que considera prioritários para o estado?

Bomba! Denúncia contra apoiadores de Marina

ASSUSTADOR! O esgoto eleitoreiro já começa a vazar de maneira repugnante nessa reta final de campanha. Na zona oeste do Rio de Janeiro, um exército de fiéis recrutados como voluntários por igrejas evangélicas fundamentalistas está distribuindo um material de campanha tão bizarro quanto criminoso e assinado pelas campanhas de Marina Silva para presidenta, Ezequiel Teixeira para deputado federal e Édino Fonseca para deputado estadual (sendo este último quem se responsabiliza com seu CNPJ eleitoral, 20583168000184, pelo material): milhares de revistas de 24 páginas em cores acompanhadas de um DVD com MENTIRAS e FALSIDADES acerca de LGBTs, no sentido de estimular o ódio e a violência contra estes, mas também com DETURPAÇÕES acerca das pautas dos movimentos feministas e negro com intuito de prejudicar a candidatura da presidenta Dilma.  Para quem está duvidando dessa sujeira, aqui está o link para a digitalização que fiz do material difamatório para usá-la como prova quando acionar a justiça eleitoral no intuito de que essa porcaria seja apreendida e seus responsáveis sancionados de acordo com a lei. https://www.dropbox.com/s/qjo7q91eb7btmz6/Fonseca-Teixeira-Marina.pdf?dl=0  Na capa, a revista com Fonseca, Teixeira e Marina anuncia: "Veja os planos do anticristo: nova ordem mundial contra a família e a igreja" (a palavra "Veja" é escrita com a mesma tipografia usada pela revista da editora Abril), e depois enumera: "eutanásia, mercado do feto, prostituição de menores, carícias de homossexuais em lugares sagrados...", etc. Misturando um discurso religioso da época da Inquisição (com repetidas alusões ao "anticristo") e uma linha argumentativa que lembra a propaganda nazista contra os judeus (no caso, em vez dos judeus, o "inimigo" apontado é composto por homossexuais, prostitutas, ateus, comunistas, "abortistas", usuários de drogas e o governo Dilma), a publicação descreve uma conspiração satânica internacional para a criação de uma "nova ordem mundial" que pretende "se rebelar contra Deus" e "dominar a mente do povo com a legalização das drogas", acusa o governo do PT de querer legalizar a eutanásia para "matar os mais velhos" e o aborto para provocar um "extermínio" e comercializar os órgãos dos fetos abortados (!).  O delírio é tal que a revista traz uma tabela de preços do "mercado do feto" e diz que a legalização do aborto provocará um aumento da pedofilia, porque as meninas estupradas serão obrigadas a abortar para esconder o crime.  Nas páginas seguintes, a revista ataca a regulamentação da prostituição, relacionando-a também, com extremo cinismo e má fé, à pedofilia (como se o abuso sexual de crianças pudesse ser equiparado à prostituição exercida por pessoas adultas!); diz que a criminalização da homofobia permitirá que os gays pratiquem sexo dentro das igrejas; refere-se a gays, lésbicas e transexuais como doentes mentais; ataca com argumentos igualmente toscos a proposta de legalização da maconha e até diz que existe um plano do "anticristo" para dominar a água e os alimentos.  Quase todas as páginas da publicação são dedicadas a atacar meus projetos e os de outros parlamentares progressistas e comprometidos com os direitos humanos, embora não nos mencione expressamente, mas o alvo explícito da publicação é o governo Dilma, que seria, de acordo com a publicação, o principal representante no Brasil da rebelião mundial comandada por Satanás.  A publicação faz uma relação direta entre o "plano do anticristo" e as eleições de 5 de outubro: para impedir a vitória do Demônio, os eleitores deveriam votar em Marina Silva para presidenta e em Teixeira e Fonseca para os parlamentos federal e estadual. Na última página, a publicação traz uma foto em cores dos três candidatos, com a logo da campanha de Marina destacada no centro.  Uma pergunta que não quer calar é: quem pagou por tudo isso? Por todo esse lodo?  Eu gostaria de saber se Marina Silva sabe que seu nome está sendo usado nessa campanha suja, abjeta e evidentemente criminosa. Fonseca é candidato pelo PEN, uma legenda de aluguel de ultra-direita que faz parte da coligação de Aécio Neves, da mesma forma que o partido Solidariedade, formado por parlamentares que decidiram sair das legendas pelas quais se elegeram, entre eles Teixeira. Ambos fazem parte, também, da coligação estadual que apoia o governador Pezão, que por sua vez é do PMDB, aliado à presidenta Dilma, mas que também faz campanha por Aécio. Contudo, Fonseca e Teixeira fazem campanha por Marina — e juntos, apesar de suas candidaturas proporcionais não estarem coligadas.  Além de ser incompreensível e causar confusão a qualquer eleitor, essa esquizofrenia eleitoral também é ilegal, já que um candidato proporcional (ou seja, a deputado federal ou estadual) não pode citar em seus materiais de campanha o nome de um candidato majoritário (ou seja, presidente ou governador) que não seja o de seu partido ou coligação. Porém, para as gangues da velha política corrupta do nosso querido país, vale tudo!  Será que Marina, ou sua coordenação de campanha concordaram com essa sujeira e "deixaram" que ela fosse feita porque, na reta final, tudo o que servir para somar votos é bem-vindo, mesmo que provenha do esgoto político e da baixaria mais imperdoável? Ou será que Fonseca e Teixeira estão usando o nome de Marina sem a anuência dela porque acham que a figura da candidata do PSB pode ser mais atraente para o eleitorado evangélico fundamentalista que pretendem conquistar que o do liberal Aécio?  Seja como for, Marina deveria se perguntar por que o nome dela pode ser associado a esse discurso fascista. Será por que seu discurso, em vez de questionar, à esquerda, as falências do governo Dilma, como muitos dos seus eleitores progressistas de 2010 esperavam, é cada dia mais reacionário, aproximando-a da linha discursiva da revista Veja (que essa semana saiu em defesa dela), do Círculo Militar (que se declarou esperançoso com a sua candidatura), dos pastores que pregam discurso de ódio contra a população LGBT e dos setores mais conservadores da sociedade, que podem se sentir representados pela propaganda de Fonseca e Teixeira?  Marina deveria preparar um café, sentar no sofá e, com calma, refletir sobre o que está fazendo ou sobre o que estão fazendo com o nome dela. E você, eleitor, eleitora, deveria pensar com qual Brasil você sonha. O fundamentalismo está aí, virando a esquina, e dá medo.
ASSUSTADOR! O esgoto eleitoreiro já começa a vazar de maneira repugnante nessa reta final de campanha. Na zona oeste do Rio de Janeiro, um exército de fiéis recrutados como voluntários por igrejas evangélicas fundamentalistas está distribuindo um material de campanha tão bizarro quanto criminoso e assinado pelas campanhas de Marina Silva para presidenta, Ezequiel Teixeira para deputado federal e Édino Fonseca para deputado estadual (sendo este último quem se responsabiliza com seu CNPJ eleitoral, 20583168000184, pelo material): milhares de revistas de 24 páginas em cores acompanhadas de um DVD com MENTIRAS e FALSIDADES acerca de LGBTs, no sentido de estimular o ódio e a violência contra estes, mas também com DETURPAÇÕES acerca das pautas dos movimentos feministas e negro com intuito de prejudicar a candidatura da presidenta Dilma.
Para quem está duvidando dessa sujeira, aqui está o link para a digitalização que fiz do material difamatório para usá-la como prova quando acionar a justiça eleitoral no intuito de que essa porcaria seja apreendida e seus responsáveis sancionados de acordo com a lei. https://www.dropbox.com/s/qjo7q91eb7btmz6/Fonseca-Teixeira-Marina.pdf?dl=0
Na capa, a revista com Fonseca, Teixeira e Marina anuncia: “Veja os planos do anticristo: nova ordem mundial contra a família e a igreja” (a palavra “Veja” é escrita com a mesma tipografia usada pela revista da editora Abril), e depois enumera: “eutanásia, mercado do feto, prostituição de menores, carícias de homossexuais em lugares sagrados…”, etc. Misturando um discurso religioso da época da Inquisição (com repetidas alusões ao “anticristo”) e uma linha argumentativa que lembra a propaganda nazista contra os judeus (no caso, em vez dos judeus, o “inimigo” apontado é composto por homossexuais, prostitutas, ateus, comunistas, “abortistas”, usuários de drogas e o governo Dilma), a publicação descreve uma conspiração satânica internacional para a criação de uma “nova ordem mundial” que pretende “se rebelar contra Deus” e “dominar a mente do povo com a legalização das drogas”, acusa o governo do PT de querer legalizar a eutanásia para “matar os mais velhos” e o aborto para provocar um “extermínio” e comercializar os órgãos dos fetos abortados (!).
O delírio é tal que a revista traz uma tabela de preços do “mercado do feto” e diz que a legalização do aborto provocará um aumento da pedofilia, porque as meninas estupradas serão obrigadas a abortar para esconder o crime.
Nas páginas seguintes, a revista ataca a regulamentação da prostituição, relacionando-a também, com extremo cinismo e má fé, à pedofilia (como se o abuso sexual de crianças pudesse ser equiparado à prostituição exercida por pessoas adultas!); diz que a criminalização da homofobia permitirá que os gays pratiquem sexo dentro das igrejas; refere-se a gays, lésbicas e transexuais como doentes mentais; ataca com argumentos igualmente toscos a proposta de legalização da maconha e até diz que existe um plano do “anticristo” para dominar a água e os alimentos.
Quase todas as páginas da publicação são dedicadas a atacar meus projetos e os de outros parlamentares progressistas e comprometidos com os direitos humanos, embora não nos mencione expressamente, mas o alvo explícito da publicação é o governo Dilma, que seria, de acordo com a publicação, o principal representante no Brasil da rebelião mundial comandada por Satanás.
A publicação faz uma relação direta entre o “plano do anticristo” e as eleições de 5 de outubro: para impedir a vitória do Demônio, os eleitores deveriam votar em Marina Silva para presidenta e em Teixeira e Fonseca para os parlamentos federal e estadual. Na última página, a publicação traz uma foto em cores dos três candidatos, com a logo da campanha de Marina destacada no centro.
Uma pergunta que não quer calar é: quem pagou por tudo isso? Por todo esse lodo?
Eu gostaria de saber se Marina Silva sabe que seu nome está sendo usado nessa campanha suja, abjeta e evidentemente criminosa. Fonseca é candidato pelo PEN, uma legenda de aluguel de ultra-direita que faz parte da coligação de Aécio Neves, da mesma forma que o partido Solidariedade, formado por parlamentares que decidiram sair das legendas pelas quais se elegeram, entre eles Teixeira. Ambos fazem parte, também, da coligação estadual que apoia o governador Pezão, que por sua vez é do PMDB, aliado à presidenta Dilma, mas que também faz campanha por Aécio. Contudo, Fonseca e Teixeira fazem campanha por Marina — e juntos, apesar de suas candidaturas proporcionais não estarem coligadas.
Além de ser incompreensível e causar confusão a qualquer eleitor, essa esquizofrenia eleitoral também é ilegal, já que um candidato proporcional (ou seja, a deputado federal ou estadual) não pode citar em seus materiais de campanha o nome de um candidato majoritário (ou seja, presidente ou governador) que não seja o de seu partido ou coligação. Porém, para as gangues da velha política corrupta do nosso querido país, vale tudo!
Será que Marina, ou sua coordenação de campanha concordaram com essa sujeira e “deixaram” que ela fosse feita porque, na reta final, tudo o que servir para somar votos é bem-vindo, mesmo que provenha do esgoto político e da baixaria mais imperdoável? Ou será que Fonseca e Teixeira estão usando o nome de Marina sem a anuência dela porque acham que a figura da candidata do PSB pode ser mais atraente para o eleitorado evangélico fundamentalista que pretendem conquistar que o do liberal Aécio?
Seja como for, Marina deveria se perguntar por que o nome dela pode ser associado a esse discurso fascista. Será por que seu discurso, em vez de questionar, à esquerda, as falências do governo Dilma, como muitos dos seus eleitores progressistas de 2010 esperavam, é cada dia mais reacionário, aproximando-a da linha discursiva da revista Veja (que essa semana saiu em defesa dela), do Círculo Militar (que se declarou esperançoso com a sua candidatura), dos pastores que pregam discurso de ódio contra a população LGBT e dos setores mais conservadores da sociedade, que podem se sentir representados pela propaganda de Fonseca e Teixeira?
Marina deveria preparar um café, sentar no sofá e, com calma, refletir sobre o que está fazendo ou sobre o que estão fazendo com o nome dela. E você, eleitor, eleitora, deveria pensar com qual Brasil você sonha. O fundamentalismo está aí, virando a esquina, e dá medo.

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As “condições morais” e mentais de Aécio

Antes da morte de Eduardo Campos, o tucano Aécio Neves estava eufórico. Contava com a ajuda do dissidente para chegar ao segundo turno. Ele atraia novos aliados e engordava os cofres da sua campanha com a grana dos banqueiros. Na sequência, com o ingresso da ex-verde Marina Silva, o cambaleante entrou em depressão. Até o coordenador-geral da sua campanha, o demo Agripino Maia, o apunhalou pelas costas e os doadores sumiram. Agora, porém, Aécio Neves dá sinais de reanimação. Para ele, a onda Marina Silva estaria se “esfarelando”. Neste novo estágio mental de euforia, o tucano volta a se embriagar e afirma que Dilma Rousseff “não tem condições morais para governar o país”. Cadê o bafômetro?

Segundo reportagem do Jornal do Brasil deste sábado (13), o novo surto de euforia de presidenciável do PSDB decorre da “reporcagem” da Veja com a “delação premiada e premeditada” de um ex-diretor da Petrobras. “A marca do governo do PT é essa, uma denúncia por semana, e cada uma mais grave que a outra. Nós temos que resgatar o padrão ético na Presidência da República. Dilma perdeu as condições, perdeu autoridade até moral de pleitear um segundo mandato”, afirmou aos jornalistas. Um dia antes, durante evento em São Paulo, ele disse enxergar sinais de “nervosismo” na campanha de Marina Silva, o que indicaria o “esfarelamento” da rival, e garantiu que estará no segundo turno das eleições.
Todo este otimismo, porém, não se justifica. Afinal, a “delação” da Veja foi publicada na semana passada. Na sequência, todos os institutos de pesquisas registraram a queda de intenções de voto do senador mineiro — protagonista do maior vexame eleitoral da história do PSDB. Quanto às “condições morais para governar o país”, o quadro clínico é mais grave. Será que ele já esqueceu o “aecioporto” construído com dinheiro público na fazenda do seu titio-avô na cidade de Cláudio? Ou do “mensalão tucano” — que a mídia amiga teima em chamar de “mensalão mineiro”? Ou do bafômetro nas agitadas noitadas do Rio de Janeiro? Lembrando um artigo de um falecido jornalista serrista do Estadão: Aécio: “Pó para, Governador”!
Ao invés de arrotar bravatas, o senador mineiro-carioca deveria se preocupar mais com a situação eleitoral no seu Estado. As pesquisas indicam que o seu candidato, o “mensaleiro” Pimenta da Veiga, empacou no segundo lugar. Em comício realizado em Belo Horizonte neste sábado, Aécio Neves implorou para que os mineiros não o deixem passar vergonha. “Chegou a hora da grande virada, chegou a hora da onda da razão”, berrou ao microfone. Além do vexame na disputa presidencial, ele pode deixar sem emprego os tucanos que aparelharam Minas Gerais há mais de dez anos. Estes temores talvez expliquem as ondulações de Aécio Neves — da euforia à depressão e vice-versa.
Em tempo: Para relaxar este clima tenso, Aécio Neves terá um momento de alegria neste domingo. Ele retorna ao Rio de Janeiro, principal rota das suas viagens pagas pelo Senado. Mais ainda: ele participará de um evento com o ex-craque Ronaldo, seu velho amigo de baladas. O jogador, que andava sumido desde as cenas de oportunismo explícito durante a Copa do Mundo — um verdadeiro fenômeno —, já declarou que apoia do cambaleante candidato tucano.

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ESPÍA ESTADOUNIDENSE CONDENADO EN LA RPDC A 6 AÑOS DE TRABAJOS FORZADOS

RE-EVOLUCIÓN

La Corte Suprema de la República Popular Democrática de Corea  ha sentenciado al espía estadounidense (entró en al país como turista) Matthew Miller a 6 años de reclusión en un campamento de trabajos forzados.

Suave condena teniendo en cuenta que en EE.UU. la justicia es mucho más severa en casos de espionaje.

Miller ha sido sentenciado por entrar en el país ilegalmente y dedicarse a tareas que no eran precisamente turísticas, detalla la agencia AP.

El juicio estableció que Miller entró en el país con la intención de ser encarcelado “para investigar la situación de los derechos humanos allí”, según la agencia.

Ahora ya tiene seis años para comprobarlo y seguramente tendrá que reconocer que el trato será mucho más humano que el brindado a los presos en EE.UU., donde la Corte Suprema impide, por ejemplo, que algunos de los 5 héroes cubanos presos en cárceles yanquis reciban visitas…

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